
Um dia a gente acorda feliz.
Não apenas pela noite de descanso e sono profundo.
Mas pela paz de ter encontrado respostas que buscávamos.
É como se acordar fosse sinônimo de vida nova (e não é?).
Como se recebêssemos outra chance: Vai lá. Vai ser feliz.
Toda busca por esta paz, não tem fim, a menos que aprendamos a amar a nós mesmos.
E é esse o sopro: Aprenda a amar a si mesmo, antes de qualquer coisa.
Não há respostas, não há fins belos e paz enquanto buscamos algo que foge de nós, que não é nosso, como querer mudar uma pessoa, uma situação, o mundo, antes de mudar o que nos move. Quando isso acontece, acordar feliz é fácil.
Aprenda a amar a si mesmo. Não esqueça de amar a si mesmo.
Mude. Acorde feliz!
Aprenda a amar a si mesmo. Não esqueça de amar a si mesmo.
Mude. Acorde feliz!

Vejo graça nos meus tropeços.
Assim, como as nuvens veem graça no sol morninho nas manhãs de inverno.
Então sorrio baixinho. Como se provocasse minha mente:
"A 20km e você tropeça? Ah, vou despedir você."
Sorte que ela rebate:
"E pra que a pressa? Você não tem hora marcada. "
Aí rimos juntos.
Damos as mãos e seguimos.
Como se não tivéssemos que voltar pra casa.Sem pressa. Sem hora marcada. "Como tudo deve ser."
Assim, como as nuvens veem graça no sol morninho nas manhãs de inverno.
Então sorrio baixinho. Como se provocasse minha mente:
"A 20km e você tropeça? Ah, vou despedir você."
Sorte que ela rebate:
"E pra que a pressa? Você não tem hora marcada. "
Aí rimos juntos.
Damos as mãos e seguimos.
Como se não tivéssemos que voltar pra casa.Sem pressa. Sem hora marcada. "Como tudo deve ser."
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