
Caso ofereçam minha pele, não será por egoísmo que direi isto, mas não aceite. Talvez seja bonito olhar as marcas da minha pele mas não queira vesti-las, não queira entendê-las nem admira-las; se estão no corpo, não foi porque as quis.
Eu não canso de errar e o complicado é querer entender o motivo para os erros. Não culpo mais alguém, não exijo mais ninguém e do que eu preciso pode estar em algum além, que ainda não tive a coragem de levantar a sola do meu pé para iniciar o primeiro passo.
Admitir covardia é tão fácil! Não queria apenas assumir, gostaria de arrumar toda a bagunça que está em mim e que eu mesma fiz.
E em reflexão em cima de reflexão, me encontro em meu inferno astral, onde já queimei metade dos meus entes e egos por puro capricho baseado em uma intuição que só uma ariana poderia me dar.
Aprendi, com o decorrer da vida, a olhar com outros olhos as minhas cicatrizes.
Todas as minhas marcas, independente de dor, ou de amor, são marcas que atestam que eu pude chegar até aqui. (Inteira)!
Aprendi a amá-las, e devo a elas ser hoje a Sílvia que eu sou.
Tudo é aprendizado, crescimento. Recomeço.
As cicatrizes ensinam.
Eu me orgulho das minhas!
Aprendi, com o decorrer da vida, a olhar com outros olhos as minhas cicatrizes.
Todas as minhas marcas, independente de dor, ou de amor, são marcas que atestam que eu pude chegar até aqui. (Inteira)!
Aprendi a amá-las, e devo a elas ser hoje a Sílvia que eu sou.
Tudo é aprendizado, crescimento. Recomeço.
As cicatrizes ensinam.
Eu me orgulho das minhas!
"Talvez a gente esteja no mundo para procurar o amor, encontrá-lo e perdê-lo,
muitas e muitas vezes. Nascemos de novo a cada amor, e a cada amor que termina, abre-se uma ferida.
- Estou cheia de orgulhosas cicatrizes."
[Isabel Allende, Trecho do livro Paula]
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