E hoje deu vontade (lê-se necessidade) de escrever.
Talvez seja essa minha válvula de escape. Escrever....
Mas logo hoje, um dia em que eu me sinto indigna.
Talvez seja essa minha válvula de escape. Escrever....
Mas logo hoje, um dia em que eu me sinto indigna.
Sem sentimentos pulsando dentro do meu peito. Ou sentimentos demais...
Na verdade pulsam. De forma ordenada, mas pulsam. É que meu comum é não ter controle sobre o que eu sinto. Aí quando tenho o controle eu saio de mim.
É que hoje eu estou naqueles dias em que nada é valioso, nada faz sentido.
Na verdade pulsam. De forma ordenada, mas pulsam. É que meu comum é não ter controle sobre o que eu sinto. Aí quando tenho o controle eu saio de mim.
É que hoje eu estou naqueles dias em que nada é valioso, nada faz sentido.
Que nem sequer um sorriso é arrancado do meu rosto.
Minha alma está estagnada.
Não me peça um conselho hoje, eu não saberei como lidar com isso.
Mas por favor, não me condene. Não faço por mal.
Amanhã talvez eu me reconstrua novamente. Se quiser me explorar, deixe para fazer isso amanhã. Hoje não vai conseguir nada.
Meus pés agora estão gelados. Eles refletem a frieza desse ser que hoje habita meu interior.
Mas é só por hoje. Ele veio à passeio, logo logo estará partindo.
Me perdoe antes que aconteça algo e eu não saiba me desculpar. Me perdoe se a ansiedade e a impulsividade hoje dão forma à um novo Eu. Um alguém que ainda estou aprendendo a conviver.
Um alguém que vai e volta. Sem rumo, sem direção, sem piedade...
Qual o motivo disso tudo?
Eu infelizmente não sei. Quem sabe um dia eu descubra.
Enquanto isso eu busco adaptar-me à mim mesmo.
Perdão mais uma vez. É que eu sou assim...
Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo.
Minha alma está estagnada.
Não me peça um conselho hoje, eu não saberei como lidar com isso.
Mas por favor, não me condene. Não faço por mal.
Amanhã talvez eu me reconstrua novamente. Se quiser me explorar, deixe para fazer isso amanhã. Hoje não vai conseguir nada.
Meus pés agora estão gelados. Eles refletem a frieza desse ser que hoje habita meu interior.
Mas é só por hoje. Ele veio à passeio, logo logo estará partindo.
Me perdoe antes que aconteça algo e eu não saiba me desculpar. Me perdoe se a ansiedade e a impulsividade hoje dão forma à um novo Eu. Um alguém que ainda estou aprendendo a conviver.
Um alguém que vai e volta. Sem rumo, sem direção, sem piedade...
Qual o motivo disso tudo?
Eu infelizmente não sei. Quem sabe um dia eu descubra.
Enquanto isso eu busco adaptar-me à mim mesmo.
Perdão mais uma vez. É que eu sou assim...
Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo.
O que não me faz mover um músculo, o que não me faz estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da minha biografia…
1 comentários:
demaaais'
tem dia que nao estamos pra nada !
acontece
;D
sorte que temos Deus nos protegendo
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